RAP DA JUSTIÇA

24 de janeiro de 2013

Na fala do rap, no passo do hip-hop e na estética do grafite, este vídeo mobiliza os jovens para os conceitos de justiça e mediação de conflitos.

Apresenta o projeto “Jovens e seu potencial criativo na resolução de conflitos” — que capacita 750 jovens para atuarem como mediadores de conflitos nas escolas do Rio — e serve de ferramenta educativa para engajar jovens, escolas, comunidade e todas as pessoas interessadas em participar da Justiça Restaurativa — uma forma de resolver situações de conflitos e violência.

“Na Justiça Restaurativa o poder é com o outro, e não sobre o outro. É uma Justiça libertária, realmente libertária, devolvendo para a comunidade o poder que sempre foi dela, em parceria com o sistema de Justiça e em sintonia com o Estado democrático de direito. O juiz, o promotor, o defensor ressignificam suas atuações profissionais”, explica o juiz Egberto de A. Penido, um dos parceiros dos projetos de Justiça Restaurativa do CECIP em São Paulo. O vídeo entrevista especialistas em justiça e educação e pessoas envolvidas com círculos restaurativos em Heliópolis (SP), onde o CECIP atua desde 2006.

Professores, pais, alunos e mediadores contam como foi a experiência de enfrentar uma situação grave de conflito — uma bomba que feriu pessoas na escola — a partir do diálogo e da tentativa de restauração dos danos causados. No lugar da punição pura e simples, o processo resultou em aprendizado e em melhoria geral da convivência na escola. “É preciso ouvir o outro lado”, reforçam os artistas que conduzem a narração/rap.

O CECIP incentiva a utilização deste vídeo como instrumento de sensibilização em círculos restaurativos e capacitação de agentes de paz.

Se você utilizar este material em seu projeto, relate sua experiência para nós.

Vamos trocar informações para aprimorar cada vez mais a Justiça Restaurativa no Brasil.

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